Transparência
Quem emigra tem direito a saber quem lhe dá informação e o que ganha com isso. Aqui respondemos às perguntas que nos fazem, incluindo as de jornalistas.
Quem paga o projeto?
O Rumo Suíça tem atividade comercial. Atualmente não temos qualquer tipo de apoio: todo o tempo de desenvolvimento e todas as despesas são a nosso encargo.
Até hoje, nem os responsáveis nem as suas empresas receberam comissões ou pagamentos de empresas, seguradoras, agências ou parceiros. Se isso vier a acontecer, será identificado de forma clara.
Quem quiser pode apoiar o projeto com um contributo voluntário de particulares.
O que é grátis e o que é pago?
Nesta fase de lançamento, tudo é grátis para quem procura emprego. O projeto tem custos e exige muito tempo, por isso, mais tarde, algumas ferramentas poderão passar a ter um preço simples, só para ajudar a cobrir as despesas. Se isso acontecer, avisamos antes, e os preços ficam sempre à vista.
Hoje são grátis, sem conta nem cartão: Diagnóstico do perfil, CV suíço, Cartas de motivação, Calculadoras e ferramentas, Guias, Mapas da comunidade. Para o PDF do CV e das cartas sem marca de água pedimos só o email, e a newsletter é opcional.
São pagos, sob consulta, os serviços com uma pessoa: revisão do dossiê, coaching e ajuda na instalação, alguns com parceiros. Os profissionais podem pagar um destaque, sempre marcado como anúncio pago e só depois de confirmarmos que a ficha é deles.
As empresas pagam? Vendem os meus dados?
Hoje, as empresas publicam ofertas gratuitamente. No futuro, essa publicação poderá ser paga.
Não vendemos contactos. Um pedido só passa a um parceiro com o consentimento específico da pessoa. Vê a nossa política de privacidade.
Colocam trabalhadores nas empresas?
Não. Não somos uma agência de colocação e não prometemos emprego. Damos informação e ferramentas, e cada pessoa candidata-se diretamente à empresa. Não enviamos candidaturas em nome de ninguém.
Quem está por trás?
Ricardo Da Silva, português e suíço, a viver na Suíça francesa há mais de 30 anos, especialista em informática e fundador da RSCOM. Ana Gonçalves, cofundadora e administradora, profissional de finanças. Mais em Quem somos.
Usamos inteligência artificial no diagnóstico e no contacto, com base nos nossos guias. As regras que seguimos estão nos nossos princípios.
Como verificam as ofertas?
Cada anúncio é lido antes de ser publicado. O selo «Empresa verificada» quer dizer que confirmámos a empresa no registo suíço (UID/Zefix). Isto não garante as condições do emprego: nunca pagues nada para te candidatares, e vê como te proteger das burlas.
O que já explicamos
- Custo de vida
- Casa e garantia de renda
- Seguro de saúde
- Imposto na fonte
- Salário líquido
- Despedimento e demissão
- Desemprego
- Programas de ocupação
- Acidentes e como contestar
- Invalidez e prestações complementares
- Spitex e cuidar de um familiar
- KESB e APEA
- 2.º e 3.º pilar
- 2.º pilar esquecido
- Reforma AVS
- Abonos de família
- Escola e família
- Reconhecimento de diplomas
- Consulados
- Regresso a Portugal
O que ainda nos falta
A Suíça muda e há sempre temas por cobrir ou por melhorar. Se achas que falta alguma coisa, diz-nos: é assim que a lista cresce.
És jornalista ou encontraste um erro? Escreve-nos pela página de contacto.
Atualizado a 07/11/2026.